‘Crack foi pior escolha da minha vida’, diz ex-morador de rua que ajuda a recuperar dependentes

Adriano Lugoli foi viciado em drogas e morou nas ruas por três anos. Em 2005 começou a trabalhar como modelo; atualmente conta sua história de superação para prevenir uso de drogas entre jovens e ajudar outros dependentes.

Cigarro, álcool, maconha, cocaína, tíner… A lista de drogas experimentadas pelo modelo Adriano Lugoli ao longo da vida é extensa e, segundo ele, “incontável”. De todas as substâncias, foi o vício no crack que tirou o mineiro de vez de casa e o levou a morar nas ruas de Uberlândia por três anos. Hoje recuperado, Adriano se mudou para região do Gama, no Distrito Federal, e decidiu transformar as experiências negativas em ajuda a outros dependentes químicos.
Por meio de palestras recheadas de música, descontração e muitos sorrisos, Lugoli aconselha jovens, estudantes, moradores de rua e até presidiários do DF sobre as formas de prevenir e superar o vício nas drogas.

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Vereador quer multar quem usar drogas em local público

O vereador de Campinas Nelson Hossri (Podemos) propôs uma lei que prevê multa para quem for flagrado utilizando drogas ilícitas em locais públicos do município. A proposta recebeu, ontem, aval favorável da Comissão de Constituição e Legalidade e deve seguir para o plenário da Casa.
Segundo advogado criminalista ouvido pelo TODODIA, o projeto de lei é inconstitucional já que trata de “matéria penal”, cuja competência cabe ao governo federal.

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Políticas sobre Drogas: SPD aposta na qualificação

Com a finalidade de viabilizar a reinserção social e profissional de usuários de drogas, a Secretaria Especial de Políticas sobre Drogas (SPD) inicia, neste mês de setembro, a capacitação de 160 pessoas em tratamento da dependência química que se encontram acolhidas em Comunidades Terapêuticas (CTs). A ação será viabilizada por meio de parceria firmada com a Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) do Governo do Ceará.

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Desafio na recuperação de dependentes químicos

Tião Viana e frei Hans Stapel falam sobre o desafio na recuperação de dependentes químicos

O governador Tião Viana recebeu na tarde de sexta-feira, 18, a visita do frei Hans Stapel, um dos fundadores do projeto Fazenda da Esperança, uma das mais reconhecidas comunidades terapêuticas do mundo, dedicada principalmente à recuperação de dependentes químicos.

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Ex-catadora de latinhas passa em concurso e sua vida muda.

catadora de latinha que mudou de vida

Ex-catadora de latinhas passa em concurso: ganha R$ 7 mil
Tudo é possível quando se acredita

Uma catadora de latinha do Distrito Federal conseguiu passar em um concurso de nível médio do Tribunal de Justiça estudando apenas 25 dias.

Com isso, ela trocou uma renda mensal de R$ 50, por um salário de R$ 7 mil.

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Palestra sobre prevenção do consumo de drogas ajuda os pais a identificar os sinais do uso de entorpecentes pelos filhos

O conhecimento dos pais sobre o ritual de iniciação no mundo das drogas e sobre os primeiros sinais que os filhos revelam quando começam a ter contato com entorpecentes pode ser fundamental para evitar os danos causados pela dependência química. O problema é que, na maioria dos casos, os pais só percebem os sinais depois de 3 a 4 anos do primeiro contato dos jovens com as drogas.

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Papel da família na recuperação do dependente químico

Acolher oferece a recuperação do dependente químico, por meio de atendimento e orientação especializada a fim de possibilitar a reinserção social

A vice-governadora Claudia Lelis entregou, nesta segunda-feira, 12, o Núcleo de atenção à pessoa com dependência química – Acolher. O Núcleo está localizado na 704 sul, Alameda 20, nº 01, em Palmas. O Acolher tem como objetivo oferecer a recuperação do dependente químico, por meio de atendimento e orientação especializada, além da inclusão nos grupos de ajuda mútua, articulação dos serviços públicos, a fim de possibilitar a reinserção social.

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Projetos vão combater dependência química nos presídios

Sejus e Sesapi lançaram os projetos Nortear e Abordagem e Tratamento ao Tabagismo

 

A Secretaria de Justiça do Piauí, em parceria com a Secretaria de Saúde, lançou, nesta terça (13), os projetos Nortear e Abordagem e Tratamento ao Tabagista. A inauguração solene dos projetos ocorreu na Colônia Agrícola Penal Major César Oliveira, no município de Altos.

O projeto Nortear funciona por meio de intervenções de psicólogos e busca melhorar a saúde de pessoas privadas de liberdade que estão em processo de abstinência de substâncias psicoativas. Já a Abordagem e Tratamento ao Tabagista visa a redução da prevalência de fumantes nas penitenciárias

 

De acordo com a coordenadora de Psicologia Prisional da Secretaria de Justiça, Olívia Normando, o projeto surgiu a partir da necessidade de se apresentar soluções para a dependência de drogas no sistema prisional.

“Esses projetos buscam o resgate da consciência de cada um de nós acerca do uso de drogas e serão a porta de entrada para o diálogo sobre o tema, de modo a combater e prevenir o problema”, destaca Olívia.

O reeducando Joel Carvalho, dependente químico, ressalta que já participou da primeira reunião de apresentação dos projetos e que deposita muita confiança nas atividades que serão desenvolvidas a partir de agora.

“Desde o primeiro encontro, percebemos que a Secretaria pretende nos ajudar, mas, também sabemos que o primeiro passo deve ser dado por nós mesmos. Vamos tentar e conseguir mudar de vida”, afirma.

A psicóloga da Colônia Agrícola Major César Oliveira, Caroline Cabral, destaca que o projeto Nortear visa realizar a psicoeducação e conscientização sobre os efeitos das drogas.

“Teremos encontros individuais e em grupo com os reeducandos assistidos por equipes de Psicologia, Enfermagem, Assistência Social e Espiritualidade. Assim, eles trarão suas demandas, seus problemas para avaliarmos”, explica.

Presente no evento, o secretário de Justiça do Estado, Daniel Oliveira, ressaltou a importância dos projetos para reeducandos, assim como para todos os que compõem o sistema prisional.

“Também nos preocupamos com a saúde dos reeducandos e temos que trabalhar para que projetos como estas se tornem modelo para o sistema prisional de outros estados”, pontua.

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A expansão da cracolândia

Embora sejam múltiplos os fatores que levam alguém à dependência química, no caso das cracolândias evidenciam-se os problemas econômicos e sociais

 

O Brasil do século XXI se vê diante do que se pode denominar de nova sequela da questão social, as cracolândias nos grandes centros urbanos. Inicialmente invisíveis aos segmentos economicamente mais abastados, nascia a sangrar as periferias e, aos poucos, inflamar os bairros de trabalhadores e dos segmentos sociais médios.

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Como deixei a cracolândia e entrei na faculdade de Direito

Tiago Nogueira passou quatro anos na região ocupada por usuários de crack em São Paulo; hoje, ele sonha em ser defensor público.

Acharam que eu estava derrotado, quem achou estava errado, eu voltei, tô aqui, se liga só, escuta aí.”

É na forma de rap que Tiago Ideal Nogueira, de 35 anos, conta a história de sua sobrevivência a quatro anos na cracolândia, na região central de São Paulo.

O ex-“noia” – forma como os usuários de crack costumam ser chamados na cidade – atualmente é missionário, ajudando dependentes a deixarem a droga, produziu o seu primeiro CD de rap e, em 2016, foi o melhor aluno do curso na faculdade de Direito privada que frequenta na zona leste de São Paulo.

Como deixei a cracolândia e entrei na faculdade de Direito
Como deixei a cracolândia e entrei na faculdade de Direito

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